
Quando pensamos que já são demasiadas as histórias sobre a II Guerra Mundial, os campos de concentração, os nazis e os judeus, surge mais uma obra-prima para o contrariar.
Mark Herman conseguiu tranformar o romance do irlandês John Boyne numa pequena preciosidade da sétima arte. Uma história tão simples, e ao mesmo tempo tão carregada de significados e simbolismos.
Menos é definitivamente mais.